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A grana tá curta? 7 dicas para economizar durante a faculdade e fazer um pé de meia!

Tempo de leitura

5 minutos

Atualizado em

23/07/2026

A grana tá curta? 7 dicas para economizar durante a faculdade e fazer um pé de meia!

Introdução

Perrengues financeiros são bastante comuns hoje em dia, reparou? Assim, economizar desde cedo tem se tornado cada dia mais útil para quem quer cursar uma faculdade e, se possível, já ir criando pé de meia para o futuro.

Com o ambiente econômico atual apontando para desafios constantemente maiores, as dificuldades relacionadas à falta de grana comuns nessa fase são abrangentes, indo dos custos de moradia e alimentação nos centros urbanos em que existem boas Instituições de Ensino até os necessários para realizar o curso, a exemplo de mensalidades ou materiais.

Todas tendem a deixar qualquer orçamento mais apertado. Dessa forma, é preciso elaborar uma estratégia para se virar com o dinheiro curto durante esse período, de modo que tal carência não te afaste de um diploma de Ensino Superior. Mais que isso, cortar gastos e aumentar receitas são imprescindíveis para conquistar o tão sonhado sucesso profissional.

A boa notícia é que reunimos neste conteúdo 7 dicas para você aplicar nessa etapa da vida e conseguir atingir esses objetivos. Bora conferir?

Por que economizar durante a faculdade é tão importante hoje em dia?

Ainda há quem imagine a época em que se é estudante como um momento de diversão e curtição, não é mesmo? Apesar do que alguns filmes mostram, essa não é exatamente a situação para os alunos de graduação no Brasil.

Isso porque os desafios econômicos da atualidade e a realidade social do país exigem deles uma postura responsável já nessa etapa da vida para que seus objetivos sejam atingidos a longo prazo.

Pense no seguinte cenário: a inflação sobre alimentos e o aumento do custo de moradia estão se tornando preocupantes no mundo inteiro. Tem mais! Questões como precisar contribuir em casa, residir no interior, não ter acesso a emprego formal, viver em uma rotina agitada e por aí vai, compõem um nível extra de obstáculos a serem superados por aqui.

Somadas a esses fatores, as dificuldades cotidianas de locomoção e logística fazem parte dos percalços que os brasileiros precisam enfrentar quando vão para as grandes cidades em que se encontram as estruturas universitárias.

Diante disso, economizar ganha relevância a ponto de ser uma estratégia central para continuar estudando . Assim, gerenciar suas finanças na faculdade e controlar o orçamento com firmeza, evitando gastos desnecessários, são demandas preponderantes para garantir mais estabilidade tanto agora quanto mais a frente.

Na prática, o período durante a graduação e o início de carreira dependem demais dessa atitude para que esse conjunto de reveses não atrapalhe os sonhos dessa turma. Afinal, os profissionais que não são graduados tendem a receber pagamentos menores e a entrada na área de formação também é uma fase em que os salários não são muito altos.

Quais são as 7 melhores dicas para economizar e fazer um pé de meia ainda na faculdade?

Até aqui, é possível notar que o quadro financeiro de boa parte dos estudantes brasileiros é de grana curta e apertada para suprir todas as demandas financeiras que uma graduação apresenta, bem como as demais necessidades pessoais, certo?

Portanto, economizar é mais que bom senso, trata-se de uma medida para construir algum nível de segurança, principalmente quando se visa formar uma reserva. “Mas como?” Veja 7 dicas que fazem toda a diferença nesse cenário!

1. Planeje seu orçamento com inteligência

Você sabe quanto gasta por mês? Essa é uma pergunta que todo orientador financeiro costuma fazer e, em geral, a maioria das pessoas não tem uma boa resposta por não realizar um controle adequado.

Há quem nunca tenha refletido sobre a natureza de seus gastos e existem aqueles que não registram as pequenas despesas, perdendo importantes aspectos do seu consumo. Em todos os casos, planejar um orçamento é o primeiro passo para eliminar os desafios enfrentados na gestão desses recursos.

Tudo começa elencando o que precisa ser pago. A partir disso, vale refletir acerca do que é comprado sem necessidade e impor limites para cada categoria, desde as mais básicas como alimentação, moradia, transporte etc. até o cafezinho ou o lazer, viu?

Os ganhos também devem ser levantados e registrados para identificar rapidamente eventuais déficits. Desse modo, fica mais fácil saber quanto será preciso economizar e se é viável construir uma reserva.

Para colocar esses aspectos na ponta do lápis, as planilhas ou os aplicativos voltados para a organização das finanças são seus aliados. Só não esqueça de manter os dados sempre atualizados, informando todas as transações de qualquer valor.

2. Use meios de transporte compartilhados para se locomover

Quer seja utilizando os coletivos públicos , quer seja por meio das caronas de amigos ou obtidas via aplicativos, o transporte compartilhado é um aliado e tanto dos estudantes que querem economizar.

Embora haja algumas circunstâncias que ainda apresentam certos riscos de segurança, elas ainda são oportunidades de superar os problemas de logística e mobilidade comuns para quem está indo para a Universidade, à medida que outros alunos estão fazendo o mesmo caminho.

Em várias cidades do Brasil também verificam-se programas que disponibilizam passes de transporte com descontos ou gratuitos para pessoas regularmente matriculadas em um curso superior e sequenciais.

Ou seja, cabe pesquisar as opções presentes que são capazes de responder a esses desafios sem pesar no seu bolso. Inclusive, é útil considerar isso na hora de escolher onde morar, para acessar o campus mais facilmente.

3. Aproveite descontos para estudantes na hora de consumir

Não é só o passe para ir e vir que pode ter seu custo reduzido ou zerado para universitários. Entre a legislação que cria incentivos e as empresas que veem a oportunidade de fidelizar um cliente desde jovem, são muitos os descontos disponíveis para esse público aproveitar.

A meia-entrada para eventos culturais ou esportivos é um exemplo do primeiro grupo, a medida que foi criada pela Lei Federal nº 12.933/2013 , permitindo que estudantes tenham acesso a shows, exposições, entre outros, pela metade do que é cobrado, em geral.

No que tange o que é oferecido pelos empreendimentos, é relevante destacar as contas bancárias universitárias . Apesar da queda que os bancos digitais e suas propostas grátis geraram nas buscas por essas opções, elas ainda existem.

Na mesma linha, os softwares sem custo ou mais baratos para uso educacional permitem que os matriculados em graduações como Design , Arquitetura , Produção Audiovisual e várias outras utilizem as soluções necessárias para a sua jornada formativa sem fazer um grande investimento. Até sistemas do tipo office tem essa possibilidade.

A informação é outro aspecto importante na vida estudantil. Por isso, serviços de assinatura de jornais, revistas e streamings também contam com ofertas especiais para quem está fazendo cursos em tal nível.

Por fim, muitas Instituições de Ensino Superior têm convênios com restaurantes, redes de fast food, academias e lojas para reduzir os preços em determinados itens ou garantir um brinde na hora da compra.

Com uma lista tão longa de possibilidades, o segredo é se informar, pesquisar e, principalmente, perguntar quando precisar adquirir algo. E lembre-se de não ignorar seu orçamento por causa disso, tá?

4. Cozinhe em casa e evite refeições fora

Apesar dos descontos que restaurantes podem oferecer para estudantes, comer fora todo dia vai aumentar — e muito — seus gastos. A exceção são os alunos das Universidades que dão acesso a refeições nutritivas por preços bem abaixo da média do mercado.

Se esse não é o seu caso e, além de economizar, você quer ser mais saudável, o melhor é cozinhar em casa. As estratégias para preparar esses alimentos envolvem acordar mais cedo antes das aulas ou deixar boa parte dos itens prontos no fim de semana.

Um cardápio pode ajudar a organizar tudo. Ainda, é interessante investir em utensílios que mantenham a temperatura do seu almoço e evitem que os pratos ou lanches se estraguem, já que universitários passam bastante tempo longe do lar diariamente.

5. Compre materiais de segunda mão ou digitais

Antes de entrar na faculdade, pouca gente sabe quais os custos extras que o próprio ensino gera. Existem cursos em que isso envolve livros, apostilas ou fotocópias que podem ser facilmente retirados na biblioteca do campus ou substituídos por versões digitais.

Entretanto, também há formações em que é preciso investir em EPIs, utensílios para as aulas práticas, impressos de consulta frequente ou, até mesmo, vestuário adequado para os estágios.

Basta imaginar alunos de Direito sem o famoso Vade Mecum em mãos, de Odontologia sem os instrumentos clínicos ou de Educação Física indo estagiar sem roupas esportivas. Assim, abre-se uma demanda por um gasto que afeta o aprendizado e a aprovação, não acha?

A boa notícia é que opções de segunda mão, descontos para estudantes, iniciativas em que quem já concluiu as disciplinas pode deixar materiais para aqueles que estão ingressando e sistemas de trocas online costumam ajudar a economizar.

6. Procure formas de ganhar dinheiro extra

Quem quer economizar e fazer uma reserva não pode apenas atuar para reduzir os gastos, deve se voltar para a outra ponta, visando assegurar a entrada de recursos. Mais que isso, alguns universitários necessitam disso para se manter e seguir com a formação.

No entanto, os estudantes, especialmente os que estão matriculados em cursos diurnos, integrais ou que têm disciplinas em mais de um turno, tendem a ter dificuldade de encontrar trabalho formal.

A carga horária e a distribuição das aulas não são a única fonte de sobrecarga que afeta a empregabilidade, uma vez que os alunos dessas formações ainda têm a responsabilidade com pesquisas, leituras ou apresentações que valem nota. Via de regra, a saída para não ficar sem ganhar abrange:

  • estágios remunerados que além de garantir uma grana, apoiam o desenvolvimento profissional, gerando uma experiência prática que facilita a contratação depois de se formar;
  • serviços como freelancer em redação, programação, narração, consertos, aulas particulares e outras possibilidades conforme suas habilidades, oferecidos por hora ou por atividade realizada;
  • trabalhos em horários alternativos, meio período ou nos finais de semana que estão disponíveis em restaurantes, eventos, panfletagens etc.;
  • venda de produtos de catálogos, artesanatos, quadros, joias, roupas e alimentos que você faça.
Uma dica é verificar as formas de registro como autônomo , MEI ou empreendedor para contribuir para a previdência e recolher seus impostos corretamente, evitando quaisquer problemas.

7. Evite dívidas de cartão de crédito e parcelamento

Um erro comum de quem está entrando na vida adulta é utilizar o crédito como uma extensão dos rendimentos. Cartões, parcelamentos, financiamentos e empréstimos são opções que somente devem ser usadas em última instância ou para compras que não são corriqueiras.

A lógica por trás disso é simples: evitar essas dívidas é central para não precisar destinar recursos para o pagamento de juros e taxas que encarecem essas transações a ponto de comprometer grande parte da renda de algumas pessoas.

Nesse contexto, o planejamento financeiro adequado e o consumo consciente que busca por alternativas com melhores custos devem ser priorizados. Exemplos desse último não faltam com destaque para soluções de compartilhamento e comércio circular ganhando cada dia mais força.

Como economizar durante a faculdade de forma eficiente?

Não à toa, a boa gestão do dinheiro é a chave para ter segurança financeira por toda a vida. Pois, o controle dos gastos, as escolhas de para onde direcionar os recursos e a busca por oportunidades de rendimentos são meios de construir uma base sólida a longo prazo.

Começar a trabalhar isso já na faculdade permite maximizar o aproveitamento das rendas desde o início, desenvolver uma mentalidade adequada para o futuro e juntar uma reserva. Nada mal, não é?

Por trás disso existe um exercício de análise , haja vista a necessidade de levantar e classificar todas as despesas de acordo com sua natureza, compreendendo o que é básico ou complementar para identificar desperdícios que pesam no bolso sem agregar.

A lógica aqui não é cortar o máximo, mas alocar o que se ganha para os itens que são insubstituíveis e para aquilo que realmente vai impulsionar o progresso na carreira que está construindo como universitário.

O plano elaborado também serve de guia para as decisões que precisam ser tomadas cotidianamente, uma vez que ele delimita quanto deve ser usado em cada categoria de consumo, facilitando o acompanhamento da saúde financeira dia a dia e possibilitando a adoção de ações de contenção, quando necessárias.

Quais os benefícios de economizar desde o início da faculdade?

Tamanho foco no orçamento tende a render bons resultados quando se mantém a disciplina e segue o que foi planejado. Além disso, terminar a faculdade sem dívidas e, eventualmente, com uma reserva tende a dar um impulso na carreira que vem a seguir. Entenda melhor como isso gera vantagens!

Reduz as chances de ter que pausar o curso

Já percebeu como existem histórias de pessoas que precisam trancar a matrícula diante de um revés financeiro? Tanto situações econômicas que afetam sua empregabilidade quanto aquelas que tiram a estabilidade de pais que contribuem com a educação dos filhos fazem parte desse cenário.

Agora, também é fácil notar como economizar e manter uma boa gestão financeira são salvaguardas diante desses quadros, possibilitando a continuidade dos estudos, que são o caminho para o progresso profissional a longo prazo. Basicamente, isso significa ter meios para passar por dificuldades inesperadas sem ter que abrir mão de algo tão importante.

Não comprometer ganhos futuros com dívidas do período de graduação

Se manter economizando na faculdade não é uma medida apenas para aqueles que dependem disso para concluir o curso. Por vezes, a falta de controle financeiro no início da vida coloca os jovens em uma situação de endividamento que compromete seus ganhos por bastante tempo.

Universitários podem cair nisso se não atuarem de maneira contingente para, quando conseguirem obter resultados do esforço investido nos estudos, consigam aproveitar os retornos. Ou seja, apesar de difícil, ter comedimento tende a gerar melhores condições mais adiante.

Aproveitar o acúmulo de juros por mais tempo

Quando economizar oportuniza a estruturação de uma reserva, mesmo que pequena, o estudante universitário pode colocar esse dinheiro para render. E nem estamos falando de investir em ações, uma vez que existem opções com menos risco.

A poupança e contas que remuneram pelo CDB ou CDI são bons exemplos, especialmente se protegidas pelo Fundo Garantidor do Crédito. Outras alternativas são o Tesouro Direto, Letras de Crédito e Fundos Imobiliários. Porém, é imprescindível entender como cada um funciona e as chances de perdas antes de fazer qualquer aplicação.

De qualquer forma, o tempo que os valores ficam depositados costuma ser um fator importante para seu crescimento , essencialmente porque no Brasil a alta taxa de juros é trabalhada de maneira composta.

Conseguir participar de projetos extracurriculares

Intercâmbios, viagens, palestras, seminários e congressos enriquecem a formação , não concorda? Entretanto, os custos desses eventos nem sempre podem ser acomodados dentro do orçamento mensal regular.

Nesse contexto, economizar previamente é a solução. Uma medida prática é destinar no seu planejamento um percentual para essas oportunidades, deixando separado um valor que será usado quando elas surgirem.

Construir uma reserva para a transição de carreira

Nem sempre os estudantes universitários trabalham e, na maioria das vezes, se o fazem é em áreas diversas a formação que estão cursando. Logo, quando terminam a graduação, precisam buscar colocações iniciais cujos salários de entrada tendem a ser baixos.

Mais que isso, se dedicar a essa procura exige tempo, o que pode reduzir os ganhos de quem atua como freelancer, por exemplo. Outro caso é os gastos com as mudanças de cidade para aproveitar as melhores ofertas de vagas.

A viabilização dessas possibilidades acaba dependendo do que ele foi capaz de economizar na faculdade para que o profissional recém-formado possa se manter e custear os ajustes necessários para começar uma nova etapa da jornada laboral.

Ter recursos para emergências

Reprovar alguma matéria da faculdade ou ser assaltado e ficar sem equipamentos eletrônicos importantes tanto para estudar quanto para prestar serviços que geram um extra são emergências que ninguém controla.

Embora inesperadas e longe de serem intencionais, elas não devem impedir o estudante de realizar as atividades do curso ou de trabalho, certo? Assim, os recursos economizados também servem para suprir demandas decorrentes dessas circunstâncias, evitando seus piores efeitos.

Contar com dinheiro para investir em uma pós

O mercado de trabalho anda cada dia mais concorrido. Por isso, é preciso seguir se atualizando e se especializando para ser competitivo . Uma das melhores opções para atingir tal objetivo é por meio de uma Pós-graduação .

Esses cursos costumam ser mais curtos e com valores mais acessíveis a ponto de poderem ser pagos com o resultado da economia do aluno durante seu período na faculdade para emendar as formações, ampliando a empregabilidade.

Desenvolver hábitos financeiramente responsáveis

Uma gestão financeira adequada requer disciplina para manter escolhas e repetir comportamentos que, em certos momentos, são difíceis. Pense em ter que declinar de algum convite dos amigos para não extrapolar o orçamento fixado ou deixar de comprar algo que você quer muito.

Embora sejam atitudes que não geram nenhuma satisfação e, até, causam frustração, elas são úteis na jornada de amadurecimento para criar hábitos responsáveis que levam a uma situação segura no futuro.

Quanto mais cedo essas ações são treinadas, melhores seus resultados. Afinal, tanto o processo é mais simples por não precisar substituir outras práticas enraizadas, quanto seus pequenos ganhos iniciais são vistos com menos cobrança nesse ponto da vida.

Formar uma base financeira para empreender

Profissionais de diversas áreas podem e desejam ter o próprio negócio. Em algumas profissões, empreender é uma forma de maximizar os ganhos e uma opção com melhores condições do que ser autônomo . Dentistas e Arquitetos entram nisso.

No entanto, nem essas carreiras renomadas escapam da necessidade de investimento para abrir um consultório, comprar equipamentos, licenciar softwares e realizar um bom marketing em busca de construir uma carteira de clientes. Para piorar, o acesso a crédito não é tão simples para novas empresas.

Frente a isso, economizar durante todo o curso superior é uma alternativa para ter recursos próprios com os quais dar o pontapé inicial nesse projeto. A dica é elaborar um plano para seu empreendimento em prol de evitar erros que desperdicem esses valores tão arduamente acumulados.

Economizar nem sempre é fácil, ainda mais quando se está entrando na fase adulta e em um período com pouco dinheiro como a faculdade. Apesar disso, existem opções para reduzir despesas e ganhar uma grana extra, desde que um bom controle financeiro seja empregado para gerenciar tudo.

Falando em recursos para os estudantes, veja como funciona o Programa Pé de Meia que visa criar uma poupança para esse grupo !

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