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Atualizado em
24/11/2025

Embora a formação ainda seja o fator mais decisivo, as empresas vêm buscando outras informações sobre os candidatos para minimizar os erros de contratação. Uma das mais importantes é o perfil profissional, que ajuda a antever atitudes e comportamentos no ambiente de trabalho.
O problema é que muitas pessoas têm dúvidas sobre como descobrir esse perfil. Além disso, após entender quais são as suas características, será necessário descrevê-las no currículo — e isso também pode gerar dificuldades.
Pensando nisso, preparamos este conteúdo para abordar o que é perfil profissional e como usá-lo na busca por uma colocação no mercado. Quer entender as exigências mais atuais dos contratantes? Então continue a leitura deste post!
As empresas têm custos para recrutar, treinar e demitir. Por isso, com o passar do tempo e avanços da tecnologia, os processos seletivos passaram a investigar mais a fundo quais seriam os atributos para prever o sucesso do profissional em uma função.
Tornou-se comum não apenas a busca por qualificação técnica, mas também pela compatibilidade entre características pessoais e as exigências da função. Há espaço para todo tipo de pessoa nas empresas, sendo necessário encontrar o lugar certo para cada um.
O perfil profissional é a descrição das características gerais da pessoa . Nele, traços e habilidades preponderantes são buscados e agrupados em categorias, a fim de prever o provável comportamento no ambiente de trabalho e a chance de sucesso em uma função.
Resumidamente, a empresa precisa saber como você reagiria diante de riscos, problemas, exigências, feedbacks, demandas de clientes, relacionamentos interpessoais, conflitos e demais situações que acontecem no dia a dia de uma organização.
Por não conhecerem o próprio perfil, muitos candidatos fazem descrições genéricas. Logo, perdem a chance de chamar a atenção do recrutador, bem como um diferencial na contratação.
Para não cair nesse erro, é importante aprender a identificar as próprias características e habilidades. O autoconhecimento, sobretudo, permite identificar pontos de melhoria e, assim, promover o desenvolvimento profissional . Veja as principais dicas para isso a seguir!
Com a necessidade de medir o perfil profissional, naturalmente surgiram testes para realizar essa avaliação. Normalmente, o interessado deve responder a um questionário sobre opiniões, comportamentos ou hábitos, recebendo um resultado conforme sua aproximação com determinada categoria.
O ideal é realizar vários testes, que podem ser encontrados online, buscando pontos em comum. Entre os mais famosos, existem três. Conheça abaixo quais são eles e suas possibilidades de resultados:
As chamadas soft skills — competências relacionadas a atitudes e comportamentos — também contam como parte do perfil profissional e podem ser identificadas mais facilmente. A maneira mais simples de fazer isso é focar nas realizações.
Então, identifique — levando em consideração a sua formação, cursos, atividades e experiência profissional —, quais são as habilidades e traços que aparecem com mais frequência. Posteriormente, agrupe essas características em uma lista para compor um perfil.
Seja no trabalho, seja na faculdade, procure o feedback de pessoas com quem você tenha participado de atividades ou projetos. O retorno sobre a sua participação pode confirmar o seu perfil profissional. A vantagem é que, muitas vezes, você pode ter subestimado ou superestimado uma característica, e a visão de um terceiro pode dar a dimensão real de seus comportamentos e atitudes.
Uma dica final é consultar uma especialista para tirar dúvidas e entender expectativas do mercado. Na Estácio, existe um canal de orientação online para os alunos, no qual você pode se informar sobre todos as questões relacionadas à carreira profissional , entre elas, o perfil trabalhista.
Após identificar habilidades e características, é o momento de inserir essas informações no currículo . Aqui, a forma como os dados são apresentados é tão importante quanto o conteúdo. Fique atento às dicas abaixo.
O currículo sempre passará por uma leitura rápida, seja por uma pessoa, seja por um software. Logo, é preciso pesquisar as palavras-chave que descrevem a característica ou habilidade que você deseja inserir para que ela seja identificada. Descrições de vaga e modelos de currículo podem oferecer os termos mais comuns.
Da mesma forma que é importante buscar palavras-chave, o currículo deve respeitar o vocabulário do profissional. Seu objetivo é demonstrar familiaridade com o segmento, bem como com o tipo de vaga, se de estágio, trainee ou efetiva.
As informações do currículo são colocadas, mais ou menos, como em um índice de livro, ou seja, frases curtas e diretas. Isso ocorre mesmo quando um trecho pede uma descrição, que deve ser sempre feita em poucas palavras, em forma de lista ou parágrafo curto.
Em um modelo de currículo, haverá um campo específico para habilidades e características. No entanto, é importante que as outras partes conversem com esse tópico. Isto é, as funções, cursos e atividades escolhidas devem validar o perfil profissional.
As características mais interessantes para a vaga devem ser priorizadas. Isto é, o ideal é não enviar um currículo genérico, mas pensar caso a caso. No entanto, isso não impede que, no LinkedIn ou em outras redes sociais, você coloque uma versão mais abrangente, focando, por exemplo, nas características importantes para um segmento.
Resumidamente, ao conhecer o seu perfil profissional e entender as características relevantes para o destinatário da informação, você conseguirá fugir de descrições genéricas. Logo, terá mais chances de ser chamado para uma entrevista de emprego ou estágio.
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