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CURSOS

2008

Cursos em maio de 2008
História da Arte - Uma visão crítica da arte através do presente
Música Clássica -  Os estilos musicais e seus grandes nomes

 

2007

Curso em setembro de 2007
Arte e Mundo Contemporâneo
Professor: Fernando Cocchiarale
Clique aqui para mais informações
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2006

Expansão do Campo de Atuação da Arte Contemporânea

Professora: Glória Ferreira
Início:
11 de setembro de 2006
Local: unidade Copacabana da Universidade Estácio de Sá
Período: 11 de setembro  a 27 de novembro de 2006
Dia e horário: segundas-feiras, das 19h30 às 21h
Valor: 3 parcelas de R$ 150,00
Tels. de contato: (21) 2503-7055/7052
Link para inscrições on-line:
http://www.estacio.br/extensao/detalhes.asp?cd=31191&ano_turma=

Glória Ferreira é doutora em História da Arte pela Universidade de Paris I – Sorbonne. Crítica de arte e curadora independente, é professora da Escola de Belas-Artes/UFRJ. Entre suas curadorias, destacam-se Trilogias. Nelson Felix (2005); Situações Arte Brasileira Anos 70 (2000); Ecco. Artistas italianos por artistas brasileiros, 1999; Hélio Oiticica e a Cena Americana, 1998; Luciano Fabro, 1997; Amílcar de Castro, Retrospectiva, 1989; Hélio Oiticica e Lygia Clark, 1986. Com publicações em diversas revistas nacionais e internacionais, é co-editora da revista Arte&Ensaios e dirige a Coleção Arte+ (Jorge Zahar Editor). Entre outras publicações, destacam-se Conversas entre Nelson Felix e Glória Ferreira, 2005; a coorganização das coletâneas Clement Greenberg; o debate crítico, 1997; e Escritos de Artistas anos 60/70, 2006.

PROGRAMA:

O curso tem como objetivo a análise da expansão do espaço plástico e sua inscrição em uma dimensão pública que, sob as mais diversas formas e itinerários estéticos, permeia a arte desde o início do século XX. Pensada como essência e imanência na busca de um grau zero - de um fim infinito a partir de seus limites -, ou como dissolução na vida ou questionamento da auto-referencialidade do objeto de arte, a expansão do campo de atuação da arte subsume a interrogação sobre sua destinação e inscrição no mundo.

Serão abordadas diferentes vertentes e modalidades do site specific e dos seus impasses, tal como a reivindicação do espaço de apresentação do trabalho como solo de uma experiência perceptiva específica, implicando uma relação entre o trabalho de arte, o espectador e o lugar habitado por ambos (Minimalismo); a ênfase na construção de situações, com clara dimensão política, que será conhecido como o in-situ , com marcada referência ao situacionismo (Daniel Buren e outros artistas europeus); a polarização por meio da dimensão temporal do espaço descontínuo e não homogêneo que caracteriza a inscrição do trabalho de arte na paisagem (Land art); o deslocamento, a partir dos anos 90, do site para a comunidade ou a conversão da comunidade em um site , e suas conseqüências sobre o papel do artista, a função pública da arte e a definição de comunidade.

Em termos metodológicos, a ênfase será a análise de produções artísticas, tendo como suporte os discursos críticos que lhe foram contemporâneos, em particular os textos dos artistas, e as reavaliações teóricas e históricas atuais.

INFORMAÇÕES GERAIS:

Período do curso: 11 de setembro a 27 de novembro de 2006
Dia e horário: segundas-feiras, das 19h30 às 21h
Valor: 3 parcelas de R$ 150,00

DESCONTO DE 20%
Para alunos e funcionários da Universidade Estácio de Sá

INSCRIÇÕES
Unidade Dorival Caymmi – Copacabana
Endereço: Rua Raul Pompéia, 231 - Copacabana - CEP 22080-000
Telefones: (21) 3202-9400 / 3202- 9416
Link para inscrição on-line.

 

Verdade da Arte; Arte da Verdade: O Contemporâneo em Heidegger e Derrida

Professor:

Paulo Cesar Duque-Estrada
Doutor em Filosofia pelo Boston College e pós-doutor na New School for Social Research Nova York

Departamento de Filosofia da PUC-Rio: cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado) e graduação

Coordenação Central de Extensão (CCE) da PUC-Rio: professor das disciplinas Teorias Estéticas Contemporâneas I e II, do curso Arte e Filosofia, de pós-graduação lato sensu . Dirige um núcleo de estudos sobre desconstrução.

Organizador de Às margens: a propósito de Derrida (Ed. Loyola/PUC, 2002); Desconstrução e ética: ecos de Jacques Derrida (Ed. Loyola/PUC, 2004)

Autor de vários artigos publicados sobre Heidegger e Derrida.

Programa:

O curso pretende apresentar ao público dois autores, Heidegger e Derrida, que são de extrema importância para o pensamento da nossa contemporaneidade. Assim, por um lado, tentaremos entender o papel que a arte desempenha nas suas respectivas considerações sobre o modo atual em que se dá a relação consigo mesmo, com os outros, com o mundo ao redor, e com o que quer que venha ao nosso encontro. Por outro lado, no âmbito desta discussão, o curso pretende também proporcionar uma familiaridade com alguns dos conceitos ou termos mais importantes que dizem respeito à experiência de pensamento que ambos os autores nos convidam a fazer. A título de alguns exemplos, citaríamos, em Heidegger, termos como “mundo”, “terra”, “ser”, “ente”; e, quanto a Derrida , “escritura”, “différance”, “rastro”, “espectro”.

INFORMAÇÕES GERAIS:

Início: 17 de julho de 2006
Período do curso:
de 17 de julho a 4 de setembro de 2006
Dia e horário: às segundas-feiras, das 19h às 21h
Valor: R$ 300,00 ou 2 parcelas de R$ 150,00
Desconto de 20%: Para alunos e funcionários da Universidade Estácio de Sá
Local: Unidade Dorival Caymmi (Rua Raul Pompéia, 231 - Copacabana - Tels.: 21 3202-9400/3202-9416)
Inscrições no local do curso.
Informações UniversidArte: (21) 2503-7055/2503-7052

 

 A Imagem e Seus Efeitos - Do Cinema de Glauber Rocha ao "Quasi-Cinema" de Hélio Oiticica

Professores:

Claudia Bakker
Paulo Domenech Oneto

O curso pretende estimular uma reflexão em torno do papel das imagens criadas no cinema e nas artes plásticas brasileiras a partir dos anos 60. A fim de possibilitar uma análise mais detalhada, os professores decidiram focar a produção cinematográfica de Glauber Rocha (1938-1981) e o chamado “quasi-cinema” de Hélio Oiticica (1937-1980).

Programa:

1 - O Cinema de Glauber Rocha

Paulo Domenech Oneto
Doutor em Filosofia pela Université de Nice e doutorando em Literatura Comparada na University of Georgia.

Ementa:

No que tange à obra de Glauber Rocha, caberá uma leitura dos livros escritos nos anos 80 por Gilles Deleuze a respeito do cinema (Cinema 1: A Imagem-Movimento - e Cinema 2: A Imagem-Tempo). A idéia é abordar os filmes em seus viés "político", mas de uma política centrada na imagem, e não em "temas políticos por excelência". Esta é, aliás, segundo o filósofo, uma das principais mutações ocorridas no cinema político a partir de Glauber Rocha: a ênfase num tipo de imagem "desconectada", em que as relações sociais e sua evolução histórica surgem fragmentadas.

O conceito-chave para estabelecer uma melhor compreensão desta mutação é o conceito de imagem-tempo, cunhado por Deleuze. O termo serve para designar um conjunto de novas imagens que invadem o cinema desde o pós-guerra, pondo em xeque as seqüências narrativas. Posto lado a lado com a idéia glauberiana de uma "estética de fome", o conceito fornece um guia para acompanharmos o processo de criação na obra de Glauber Rocha.

2 - O "Quasi-Cinema" de Hélio Oiticica

Claudia Bakker
Mestre em Tecnologia da Imagem pela ECO/UFRJ e artista plástica.

Ementa:

Quasi-cinema é o nome dado por Hélio Oiticica à série de obras que foram desenvolvidas através de experiências com a linguagem cinematográfica durante os 7 anos de sua permanência em Nova York. Quasi-cinema inclui a série Cosmococas - desenvolvida junto com Neville D'Almeida -, a série de slides Neyrótika e os filmes Agripina é Roma-Manhattan e Helena inventa Ângela Maria.

Veremos que, ante a imobilidade da imagem e a necessidade de adequação à velocidade aplicada aos sistemas industriais de produção no início do século passado, os artistas buscam novos meios para imprimir seqüência e movimento às suas criações. A imagem em movimento torna-se então um dos sistemas representativos na operação artística, como uma nova linguagem, um novo meio que permitia à época uma liberdade de expressão em relação às necessidades do sistema comercial.

Verificaremos as questões acima, em nossos encontros, com textos e imagens e nos valeremos também da noção de duração (espaço-tempo) em Henri Bergson.

Informações gerais:

Período: 17 de abril a 17 de julho de 2006
Dia e horário: segundas-feiras, das 19h às 21h
Investimento: R$ 450,00 ou três parcelas de R$ 150,00
Desconto de 20%: Para alunos e funcionários da Universidade Estácio de Sá
Local: Unidade Dorival Caymmi (Rua Raul Pompéia, 231 - Copacabana - tels.: (21) 3202-9400/3202-9416)
Inscrições no local do curso.
Informações UniversidArte:
(21) 2503-7055/2503-7052

 

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2005

Três Olhares Sobre a Arte Contemporânea
Professores: Fernando Cocchiarale - Milton Machado – Franz Manata

Ministrado em três etapas de quatro aulas cada, por três professores, o curso apresentará: 1 - os pressupostos filosóficos, conceituais e históricos da arte contemporânea; 2 - os meios da arte hoje; 3 - sua inserção no contexto globalizado.

1 - Pressupostos filosóficos, conceituais e históricos da arte contemporânea

Professor: Fernando Cocchiarale

Professor, curador e crítico de arte. Formado em Filosofia, é professor de Filosofia da Arte e do curso de especialização em História da Arte e Arquitetura (pós-graduação lato sensu) da PUC-RJ. Também leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Possui diversos textos e artigos publicados em catálogos, jornais, revistas e livros de arte. É curador independente e curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Ementa:

Transformações histórico-econômicas e culturais ocorridas mundialmente nos últimos 50 anos fizeram com que nossa vida real não mais corresponda à ordenação e à hierarquia inerentes aos valores do passado. Há, portanto, um problema de inadequação recíproca entre as noções correntes de arte e a prática real da maioria absoluta dos artistas contemporâneos. Se comparada ao passado clássico e ao moderno, podemos afirmar que a arte contemporânea transbordou o âmbito dos meios, suportes e materiais convencionais que a identificavam como algo separado da esfera cotidiana (sem contudo revogá-los), infiltrou-se na própria vida e até chegou, em alguns casos extremos, a confundir-se com nossas experiências do dia-a-dia. Este curso tem por objetivo traçar alguns dos caminhos que levaram a arte à situação em que se encontra. Pretende também tornar estes percursos compreensíveis não só em seus fundamentos ideológicos, intelectuais e históricos básicos, como também naqueles das transformações da produção e da percepção da arte desde o Renascimento até a contemporaneidade.

2 - No meio da arte sem meios

Professor: Milton Machado

Artista e pesquisador. Professor adjunto de História da Arte, EBA/PPGAV-UFRJ. Doutor em Artes Visuais, Goldsmiths College University of London.

Ementa

Objetos específicos, não-objetos, pós-minimalismo, arte processo, arte conceitual, fluxus, arte povera, site-specific, campo expandido, performance, instalação, fotografia, videoarte, arte digital, novos meios...

...ué! O que aconteceu com a pintura e a escultura: deixaram de ser arte, ou a arte deixou de ser pintura e escultura? Ou nenhuma dessas alternativas?

Neste segmento, o curso se apoiará em textos, alguns clássicos, outros de autoria do palestrante, além de imagens de trabalhos de artistas, que serão discutidos de modo a abordar questões – como a acima – típicas de nossa inevitável perplexidade diante das produções contemporâneas.

3 - A arte contemporânea num contexto globalizado

Professor: Franz Manata

Artista, curador, professor e produtor. É economista pela PUC-MG e mestre em Linguagens Visuais pela Escola de Belas-Artes da UFRJ. Professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Curador assistente e coordenador de produção do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Ementa

Arte contemporânea num contexto globalizado apresenta as regras, as particularidades, os mercados, os modos de produção e as estratégias de resistência empreendidas na contemporaneidade através da abordagem de três tópicos:

1. O contexto global

Três artigos de jornal: “Caos organizador”, “O Império depois do imperialismo” e “Consumindo o futuro”, publicados na grande imprensa por Gilles Lipovetsky, Toni Negri e Laymerte Garcia dos Santos, respectivamente, são as “portas de entrada” para apresentar o contexto global em que a arte contemporânea está inserida.

2. O mercado global

Apresenta os papéis e as relações estabelecidas entre as instituições, os museus, as exposições, os curadores, as galerias e os colecionadores no contexto dos mercados globalizados e busca confrontá-los com o lugar reservado aos países do eixo sul (especificamente, o Brasil).

3. As estratégias de produção e resistência

A pluralidade e potência das práticas contemporâneas são reveladas através das estratégias de produção e resistência empreendidas pelos artistas hoje. Algumas práticas artísticas, dentre elas: os coletivos, as intervenções urbanas, a live art, o artista como articulador (produtor, agenciador, curador, editor, promotor, etc.), as formas colaborativas e as intervenções públicas como artifício serão contextualizadas.

 

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2004

VideoArte - Projeto Rapto Relâmpago

 
  Lula Wanderley e Marcos Chaves

    Milton Machado e Nelson Ricardo Martins


    Regina Vater e Bill Lundberg


Questões e Teorias da Arte Contemporânea

Professor: Fernando Cocchiarale

Professor, curador e crítico de arte. Formado em Filosofia, é professor de Filosofia da Arte e do curso de especialização em História da Arte e Arquitetura (pós-graduação lato sensu) da PUC-RJ. Também leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Possui diversos textos e artigos publicados em catálogos, jornais, revistas e livros de arte. É curador independente e curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Programa:

Questões e Teorias da Arte Contemporânea

A arte contemporânea não pode ser pensada, estudada e compreendida da mesma maneira do que a arte moderna. Se o modernismo circunscreveu a discussão da arte no campo especializado da forma, da cor e do espaço, a contemporaneidade suscita, inversamente, a recondução da questão da arte a outras esferas não artísticas, como a política, o corpo, a sexualidade, a filosofia, a ética e demais interfaces estabelecidas pela produção cultural de nossos dias.

O curso pretende, pois, apresentar alguns temas e questões ligados não somente à esfera da produção artística, mas à vida contemporânea num sentido amplo e abrangente, única maneira de compreendermos o sentido e os caminhos que a arte hoje anuncia. Por meio da leitura de textos de autores seminais do pensamento filosófico e da teoria da arte das últimas décadas, poderemos subsidiar a compreensão de conceitos, tais como o de modernismo e pós-modernismo, de multiculturalismo, e até mesmo daquilo que alguns autores chamaram de fim da arte.

 

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2003

Discursos de Legitimação da Arte Contemporânea

Professor: Fernando Cocchiarale

Professor, curador e crítico de arte. Formado em Filosofia, é professor de Filosofia da Arte e do curso de especialização em História da Arte e Arquitetura (pós-graduação lato sensu) da PUC-RJ. Também leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Possui diversos textos e artigos publicados em catálogos, jornais, revistas e livros de arte. É curador independente e curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Programa:

O foco principal do curso incide sobre as questões que emprestam sentido à produção contemporânea. É, portanto, um curso teórico que mapeará os principais argumentos que justificam e legitimam a arte de nossos dias. Não pretendemos, pois, tratar a arte contemporânea de um ponto de vista histórico ou descritivo.

As vanguardas históricas do modernismo propuseram, ao longo da primeira metade do século XX, novas linguagens que precisavam do apoio verbal para legitimá-las. Desde então, diferentes tipos de discursos tornaram-se essenciais para mediá-las frente ao público:

1. A era dos manifestos (os próprios artistas assumem a defesa das rupturas que suas obras propõem): Caracterizou as vanguardas históricas da primeira metade do século XX. Serão apresentados e discutidos alguns manifestos representativos desse período.

2. Os grandes discursos teórico-críticos do Pós-Guerra (a crítica militante. Por exemplo, Clement Greenberg, nos Estados Unidos, e Mário Pedrosa, no Brasil.): Se na era dos manifestos os artistas tomaram para si a tarefa de esclarecer o sentido de suas pesquisas plástico-formais, logo após o Pós-Guerra esta situação se modifica: a autodefesa dos manifestos dá lugar aos discursos formalistas de uma nova crítica que procura fundamentar suas posições pontuais a partir de teorias universais e abrangentes.

3. A era das grandes exposições curatoriais (o curador como autor de mostras que substituíram os grandes discursos teórico-críticos de legitimação da obra de arte): Ao contrário do caráter objetivo dos "ismos" e dos discursos universais do formalismo, a era das exposições soma à subjetividade que permeia a produção contemporânea a subjetividade autoral do curador.

4) As aulas serão dadas a partir de textos selecionados a respeito dos três períodos acima (a ênfase será nos discursos, não nas obras, embora eventualmente possam ser mostradas algumas reproduções de livros para dar um suporte visual mínimo às questões levantadas pelos textos).

 

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2002

História da Arte - Do Moderno ao Contemporâneo: da “Olympia” de Manet aos “Penetráveis” de Hélio Oiticica

Professor: Luiz Camillo Osório

Doutor e mestre em Filosofia – PUC/RJ. Pós-graduado em História de Arte e da Arquitetura no Brasil – PUC/RJ. Diplomado em História da Arte Moderna pela Modern Art Studies - Inst of Contemporary Arts, Londres.

Programa:

Este curso terá como objetivo analisar o desenvolvimento da história da arte entre meados do século XIX e o final do século XX, ou seja, percorrer os caminhos tortuosos trilhados pela arte moderna e contemporânea. Manet foi escolhido como ponto de partida por ser ele considerado o primeiro artista a dar uma imagem daquilo que Baudelaire denominara de heroísmo da vida moderna. Deste momento em diante, a arte nunca mais foi a mesma, desencadeando um processo de sucessivas rupturas na maneira de ver e pensar não só a arte mas a própria realidade. O curso pretende terminar analisando as obras dos artistas brasileiros Hélio Oiticica e Lygia Clark, que sintetizam brilhantemente os desafios da arte contemporânea diante do legado moderno.

Seguem abaixo os tópicos a serem abordados ao longo dos 16 encontros previstos.

- Manet e a descoberta do mundo moderno
- Impressionismo
- Cézanne
- Matisse e o fauvismo
- Cubismo
- Duchamp e o dadaísmo
- Mondrian e Malevich
- Surrealismo
- Expressionismo abstrato
- Pop – Jasper Johns e Robert Rauschenberg
- Beuys e Warhol
- Helio Oiticica e Lygia Clark


Curso de Olhar - Discussões da Arte Contemporânea

Professor: Milton Machado

Artista plástico. Arquiteto – FAU/UFRJ. Doutor em Artes Visuais – Universidade de Londres. Professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Professor adjunto da Escola de Belas Artes-EBA-UFRJ. Visiting Lecturer, BA Hons. Visual Arts, Camberwell College of Arts London Institute - Londres.

Programa

Da produção, referências históricas:

Vanguardas históricas. Cubismo. Construtivismo. Dada. Futurismo. Surrealismo

Marcel Duchamp (procura-se vivo ou morto)

Expressionismo abstrato e a Escola de Nova York. Minimalismo. Pop Art. Arte conceitual. Arte Povera. Land Art. Body Art. Performance.

Joseph Beuys (todo homem/mulher é artista?)

Da teoria, referências:

Greenberg. Fried. Judd. Morris. Kosuth. de Duve. Krauss. Foster. Danto. Lyotard. Derrida

Do contemporâneo:

Arte e pós-modernidade

 

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