Universidade Estácio de Sá Entre no Campus Virtual

EDIÇÃO 9 30 de abril de 2004
Editorial
Entrevistas
Crônicas
Ficção
Fórum de Debates
Pós-Graduação
Coluna de Música
Coluna de Cinema
Coluna de Teatro
Coluna de TV
Coluna de Inglês
Coluna de Alemão
Coluna de Português
Colina de Francês
Coluna de Espanhol
Coluna de Italiano
Lançamentos
Resenhas
Sebos
Livrarias
Livros Recomendados
Humor
Eventos
Publicações em Jornais e Revistas
Cartas do Leitor
Artigos de ex-alunos
Coluna Social
Horóscopo
Classificados
voltar página principal números anteriores
 
EINE KURZBIOGRAFIE VON GOTTFRIED A. BÜRGER (JOCOSUS HILARIUS) UND DAS LEBEN VON DEM LÜGENBARON UMA PEQUENA BIOGRAFIA DE GOTTFRIED A. BÜRGER (JOCOSUS HILARIUS) E A VIDA DO BARÃO MENTIROSO

Carlos Bechtinger
Aluno do 5º período do curso de Letras - campus Rebouças
Leciona alemão e faz traduções

Geboren am 31.12.1747 in Molmerswende bei Quedlinburg. In seinem abgelegenen Heimatdorf im Ostharz hatte Bürger keine Möglichkeit zu geistigem Fortkommen, denn sein Vater, der Pfarrer des Dorfes, kümmerte sich wenig um die Ausbildung. Sein Interesse an poetischen Versuchen wurde gefördert. Ab 1768 studierte er Jura in Göttingen. Kurz nach der Heirat mit Dorette Leonhardt 1774 verliebte er sich in deren Schwester Auguste, die "Molly" seiner Gedichte. Nach zehn Ehejahren starb Dorette. Im folgenden Jahr heiratete Bürger Auguste, diese starb aber schon nach siebenmonatiger Ehe. Er wurde 1784 Privatdozent an der Göttinger Universität, wo er bis zu seinem Tode Vorlesungen und Übungen über Ästhetik, Stilistik, deutsche Sprache und Philosophie hielt. 1787 erhielt er die Ehrendoktorwürde. 1789 wurde er zum a.o. Professor und am 8.6.1794 ist er in Göttingen gestorben. Gesellschaftlich isoliert starb er an Schwindsucht. 1786 werden die Geschichten von Gottfried Bürger ins Deutsche übersetzt. Diese Publikationen machen Münchhausen zwar weltberühmt, jedoch bringen sie ihm den Ruf als "Lügenbaron" ein. Der historische Baron von Münchhausen,der "Lügenbaron"oder Carl Friedrich war ein Freiherr von Münchhausen und lebte im 18.Jahrhundert auf seinen Freunden zur Unterhaltung gern Jagd und Abenteuergeschichten. Am 11. Mai 1720 wird der berühmte Freiherr Carl Friedrich von Münchhausen in Bodenwerder geboren Als 4-jähriger verliert er seinen Vater. Mehr ist uns aus dieser Zeit nicht überliefert. 1732 tritt Hieronymus v. Münchhausen, einem Brauch in Adelskreisen folgend, in den Hofdienst. Er hat beim Prinzen Anton Ulrich v. Braunschweig gearbeitet. 1733 reist Anton Ulrich nach Russland, um die Nichte der russischen Zarin zu heiraten. 1738 folgt Carl Friedrich seinem Patron und tritt in das russische Braunschweig-Regiment ein, das Prinz Anton Ulrich kommandiert. Damit beginnen die Reisen und Abenteuer des Freiherrn v. Münchhausen.


IMAGEM DE MÜNCHAUSEN

Für seine Tapferkeit im russisch-türkischen Krieg ernennt Anton Ulrich 1739 Hieronymus v. Münchhausen zum Kornett und beschenkt ihn mit drei schönen Pferden, dazu Pistolen. Ein knappes Jahr später - 1740 - wird Hieronymus zum Leutnant befördert. Seine Karriere verspricht unter seinem Patron glänzend zu verlaufen, denn im gleichem Jahr wird der Sohn Anton Ulrichs v. Braunschweig zum Zar Iwan VI. ernannt. Aber alles endet nach einem gewaltsamen Thronwechsel, als Elisabeth I., Tochter des Zaren Peter des Großen, 1741 den einjährigen Iwan und seine Eltern gefangen nimmt und sie ins Exil schickt. Münchhausens Leben wird seitdem von Anton Ulrichs tragischem Schicksal überschattet. Zwar übersteht er den Umsturz heil - vermutlich, weil er zu dieser Zeit in Finnland kämpft -, aber aus seiner so glänzend begonnene Karriere wird nichts - eine weitere Beförderung lässt elf Jahre auf sich warten. 1750 wird Hieronymus zum kaiserlich russischen Rittmeister vorgeschlagen. Er muss aber langsam erkennen, dass Aufstieg und Karriere für ihn zu Ende sind .Also nimmt er den Abschied und fährt mit seiner Frau heim nach Bodenwerder. Die Abenteuerjahre sind vorbei! Aber sie haben den Herrn des bescheidenen Landgutes zu einem Weltmann werden lassen. Ohne die Erlebnisse in der Fremde wäre er vielleicht nie der große Fabulierer geworden.

Von nun an führt Hieronymus v. Münchhausen das Leben eines Landedelmannes.Sein liebster Zeitvertrieb war die Jagd . Im Freundeskreis beginnt sein Erzählertalent berühmt zu werden. Gäste kommen nach Bodenwerder , um fabelhafte Geschichten zu hören. Zuweilen sind der Göttinger Dichter Gottfried August Bürger, der Philosoph Georg Christoph Lichtenberg und der Museumsdirektor Rudolf Erich Raspe, alle drei auch große Erzähler, bei ihm zu Besuch. Die Ehe wird unglücklich, schon nach einigen Monaten beginnt Münchhausen einen 3-jährigen Scheidungsprozess, der ihn sein ganzes Vermögen kostet. Verbittert und einsam stirbt der große Fabulierer, Hieronymus Carl Friedrich Freiherr von Münchhausen, am 22. Februar 1797.

Bürger nasceu no dia 31 de dezembro de 1747, em Molmerswende, bem próximo a Quedlinburg. Na sua cidadezinha natal, bem distante em Ostharz, Bürger não tinha nenhuma possibilidade de progredir espiritualmente, pois seu pai, o padre da aldeia, se preocupava pouco com sua formação profissional. Seu interesse em tentativas poéticas foi fomentado.

A partir de 1768, ele estudou Direito em Göttingen. Brevemente, depois do casamento com Dorette Leonhardt, em 1774, apaixonou-se pela irmã dela, Auguste, a "Molly" de suas poesias. Depois de dez anos de casamento, morria Dorette. No ano seguinte Bürger se casou com Auguste e essa, por sua fez, morreu sete meses após o casamento. Em 1784, tornou-se docente da Universidade de Götting, onde ele até sua morte fez palestras com exercícios sobre Estética, língua alemã e filosofia. Em 1787, recebeu o título honorário de Doutor. Em 1789, foi nomeado professor extraordinário e, em 8 de junho de 1794, morreu de tísica em Göttingen, isolado da sociedade. Em 1786, as histórias de Gottfried Bürger foram traduzidas em alemão. Essas publicações tornam, na verdade, "Münchhausen" bem conhecido pelo mundo. Elas trazem a ele a fama do "barão mentiroso".

O histórico barão de Münchhausen, o barão mentiroso, ou Carl Friedrich, era um barão de verdade e viveu no século XVIII. Estava sempre na companhia de amigos para uma conversa sobre caça e histórias de aventuras. No dia 11 de maio de 1720, nasceu o famoso barão Carl Friedrich von Münchhausen, em Bodenwerder. Quando tinha 4 anos de idade, perdera seu pai, mas coisas sobre a vida dele nesse tempo não nos foram transmitidas. Em 1732, entrou, seguindo uma tradição nos círculos da nobreza, no serviço da corte. Ele trabalhou com o Príncipe Anton Ulrich v. Braunschweig.

Em 1733, Anton Ulrich viajou para Rússia, para casar as sobrinhas da Imperadora russa. Em 1738, Carl Friedrich acompanhou seu patrão e entrou no regimento russo de Braunschweig, que o Príncipe Anton Ulrich comandava. Com isso começavam as viagens e aventuras do Barão de Münchhausen.

Pela sua coragem na guerra russa-turca, foi convocado por Anton Ulrich, em 1739, o barão de Münchhausen, para ser um oficial do regimento da infantaria e presenteou-lhe com três bonitos cavalos e pistolas. Quase um ano depois, em 1740, Carl Friedrich, o "barão de Münchhausen" é chamado a ser segundo tenente. Sua carreira prometia transcorrer esplendorosamente sob o comando de seu patrão, pois no mesmo ano o filho de Anton, Ulrichs de Braunschweig, foi nomeado Imperador Ivan VI. Mas tudo acaba depois de uma violenta troca de trono, quando Elisabeth I, filha do Imperador Pedro, o Grande, em 1741, prende Ivan, ainda com um ano de idade, e a seus pais e os envia ao exílio.

A vida de Münchhausen complicou-se, com o trágico destino de Anton Ulrich. Na verdade, ele sobreviveu à queda a salvo – supostamente, porque nesse tempo ele lutava na Finlândia –, mas pouco mudou em sua vida, apesar dessa fantástica carreira que começava para ele – e, apenas após 11 anos, uma nova promoção surgiu.

Em 1750, Carl Friedrich foi aconselhado a se tornar mestre da cavalaria imperial russa. Mas aos poucos ele reconheceu que a ascensão e a carreira estavam no fim para ele. Então, ele se despediu e foi, com sua mulher, para casa em Bodenwerder. Os anos de aventuras passaram! Mas eles deixaram a este senhor, de posses humildes, uma fama de homem do mundo. Sem essas vivências no exterior, ele não teria se tornado talvez o grande fabulista que foi. De agora em diante, o barão levava uma vida de nobre senhor de terra. Seu predileto passatempo era a caça.

No círculo de amigos o seu talento como contador de histórias se tornou conhecido. Hóspedes chegavam a Bodenwerder para escutarem histórias fabulosas. Por vezes, o poeta Gottfried August Bürger, o filósofo Georg Christoph Lichtenberg e o diretor de museu Rudof Erich Raspe, todos três também grandes contistas, o visitavam. Com o tempo, o casamento se tornou infeliz. Já depois de alguns meses começou Münchhausen com um processo de separação, que durou 3 anos. Isso lhe custou grande parte de seus bens. Amargurado e solitário, morreu o grande fabulista, Hieronymus Carl Friedrich, barão de Münchhausen, em 22 de fevereiro de 1797.

Der Ritt auf der Kanonenkugel

Im Krieg wurde eine feindliche Stadt belagert.Man wollte gern wissen,wie die Lage.

In der Stadt war, doch konnte kein Spion hineingelangen. Münchhausen stand neben Einer Kanone, die gerade eine Kugel in die feindliche Festung abschloss. Schnell entschlossen sprang Münchhausen auf die Kanonenkugel und ritt so auf die Stadt Zu. Allerdings bekamm er unterwegs Angst vor seiner eigenen Kühnheit. Er zweifelte Nicht daran, dass er wohl gut in die Stadt hineinkommen würde, aber schlecht wieder heraus. In diesem Augenblick begegnete er einer Kanonenkugel,die von der Stadt her in umgekehrter Richtung flog. Man würde ihn in seiner Uniform als Feind erkennen und an den nächsten Galgen hängen! Als eine türkische Kanonenkugel, die auf sein Feldlager gemünzt war und an mir vorüberflog, schwang er sich auf sie hinüber und kam.Ganz Schnell stieg er in der Luft um,ritt auf der feindlichen Kugel wieder zurück in sein Lager und war in Sicherheit.

Auszug aus dem Buch "Deutsche Märchen und Sagen"von Rosemarie Griesbach

A cavalgada numa bala de canhão

Uma cidade inimiga foi sitiada na guerra. Queria-se muito saber como era a situação na cidade, mas é claro que nenhum espião poderia entrar lá para averiguar tudo.

Münchhausen estava, por ventura, ao lado de um canhão em pé, que no exato momento atirou uma bala na fortificação inimiga. Rapidamente, e bem decidido, o Barão de Münchhausen saltou em cima da bala de canhão e cavalgou assim até a cidade.

Certamente, ele ficou a caminho, com receio da sua própria ousadia. Ele não duvidava disso, de que ele provavelmente chegaria bem dentro da cidade, mas teria, com certeza, problemas para sair dela... Mas se o pegassem com aquele uniforme, ele seria pendurado numa forca. Nesse momento, ele se deparou com uma bala de canhão turca, que caminhava em sentido contrário a ele. A bala passara por ele, pois ia de encontro ao seu alojamento. Rapidamente mudou de bala no ar, cavalgou de volta sobre a bala inimiga, novamente para dentro de seu acampamento e assim permaneceu em segurança.

Retirado do livro "Contos e sagas alemães", de Rosemarie Griesbach

   
   

E-mails para a coluna:
r-bechtinger@ig.com.br