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EDIÇÃO 5 29 de novembro de 2003
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Y HABLANDO DE EDUCACIÓN ...

Por Elda Albertini (*)

"La misión, humilde, pero indispensable, del educador es ser utipista y frente
a la sociedad el último horizonte de humanidad verdadera para de esta forma
no dejar desaparecer la tensión entre el ideal y lo real, entre la perspectiva y la
prospectiva, que constituye la vida del hombre como ser histórico"

Manfredo Araújo de Oliveira

La educación entendida en su sentido occidental se inició en la civilización griega con la finalidad de preparar a los jovenes para la convivencia en la polis de Atenas.

La paideia, conforme era denominada por los griegos el modelos de educación para la virtud, la belleza, la ética y la estética, pasó a constituirse en el objetivo mayor de la existencia de los ciudadanos griegos.

Los griegos según Aristóteles "... filosofaban para huir de la ignorancia, es evidente que buscaban la ciencia con la finalidad de aprender, y no con una finalidad utilitaria". (ARISTÓTELES, Metafísica)

La invasión romana con la consecuente impisición de los dogmas bíblicos se impuso y se universalizó en el occidente un modelo de educación con énfasis en la teología y vuelto para una visión "criativista" del universo donde la razón debería someterse a los dogmas hegemónicos.

En la Edad Media, lo que la razón nos decía como verdad, caso contgrariase los dogmas bíblicos, devería ser entendida como falsamente verdadera, hereje y merecedora de punición.

En el siglo XVI se inaugura una nueva era de la educación y de la construcción del c onocimiento humano. Alimentados por los frecuentes contactos con el mundo árabe, la astronomía va dando sus primeros pasos y la matemática se universaliza como criación suprema del conocimiento abstracto.

Copérnico supera la astronomía ptolomeica con su nueva teoría heliocéntrica. Newton, Bacon y Descartes desvendan las primeras leyes generales de los fenómenos de la naturaleza re-inaugurando la supremacía de la razón.

En el siglo XVIII la eduación se comporta como "cómplice" de la racionalidad científica con un modo de producción capitalista naciente. Las ciencias juran lealtad a la humanidad pero sirven dócilmente como tecnología del capital industrial.

La educación exalta el triunfalismo de la razón, del orden y del progreso.

El siglo XX emblematizado por el uso de la aviación y de la energía nuclear en la Segunda Guerra Mundial, después por la informatización, por la expansión del uso de drogas, por los altos índices absurdos de la violencia urbana, por la no solución de la pobreza extrema de milhares y milhares de sudamericanos, africanos, asiáticos y caracterizado también por la urgencia de los primeros síntomas de la gravedad de la cirsis ambiental; y al final, todo esto es la consecuencia visible de la susbmisión del conocimiento científico al proceso de producción tanto en el capitalismo como en el socialismo.

En el siglo XX presenciamos el abalo de los paradigmas mecanicistas de Newton, Bacon e Descartes por la teoría de la relatividad de Einstein y por el psicoanalisis de Freud y de Young.

La educación que en la revolución industrial se transformara en aspiración y derecho de todos, se banaliza en el siglo XX como los electrodomésticos, productos dietéticos y otras parafernalias ofrecidas por la televisión como simple mercancía para aquellos que tienen poder adquisitivo para comprarla.

Hoy vemos la privatización de la educación como la apoteosis melancólica de la paideia pós-Socrática, de Platón y de Aristóteles; pero por ahora... pues es en las crisis que son generadas y nacen las nuevas sociedades y esto, los educadores lo saben muy bien.

E FALANDO EM EDUCAÇÃO ....

Por Elda Albertini (*)

"A missão, humilde, mas indispensável, do educador é ser utopista e por diante da sociedade o horizonte último de humanidade verdadeira e, assim, não deixar desaparecer a tensão entre o ideal e o real, entre a perspectiva e a prospectiva, que constitui a vida do homem como ser histórico".

Manfredo Araújo de Oliveira

A educação, como entendida no sentido ocidental, teve início na civilização grega com a finalidade de preparar os jovens à convivência na polis de Atenas.

A Paidéia, conforme denominavam os gregos ao modelo da educação para a virtude, a beleza, a ética e a estética, passou a constituir-se no objetivo maior da existência dos cidadãos gregos.

Os gregos segundo Aristóteles, "... filosofavam para fugir à ignorância, é evidente que buscavam a ciência a fim de saber, e não com uma finalidade utilitária". (ARISTÓTELES, Metafísica).

A invasão romana, com a conseqüente imposição dos dogmas bíblicos, se impõe e universaliza no ocidente um modelo de educação com ênfases na teologia e voltada para uma visão "criacionista" do universo onde a razão deveria submeter-se aos dogmas hegemônicos.

Na Idade Média, o que a razão indicasse como verdadeira, caso contrariasse os dogmas bíblicos, deveria ser entendida como falsamente verdadeira, herética e merecedora de punição.

No século XVI, inaugura-se uma nova era da educação e da construção do conhecimento humano. Alimentadas pelos freqüentes contatos com o mundo árabe, a astronomia vai engatinhando e a matemática universaliza-se como criação suprema do conhecimento abstrato.

Copérnico supera a astronomia ptolomeica com a sua nova teoria heliocêntrica. Newton, Bacon e Descartes desvendam as primeiras leis gerais dos fenômenos da natureza re-inaugurando a supremacia da razão.

No século XVIII, a educação se comporta como "cúmplice" da racionalidade científica com um modo de produção capitalista nascente. As ciências juram lealdade à humanidade mas servem docilmente como tecnologia do capital industrial.

A educação exalta o triunfalismo da razão, da ordem e do progresso.

O século XX é emblematizado pelo uso da aviação e da energia nuclear na Segunda Guerra Mundial, depois pela informatização, pela expansão do uso das drogas, pelos absurdos graus da violência urbana, pela não-solução da pobreza extrema de milhares e milhares de sul-americanos, africanos e asiáticos e caracterizado também pelos primeiros sintomas da gravidade da crise do meio ambiente; tudo isso é a conseqüência visível da submissão do conhecimento científico ao processo de produção tanto no capitalismo como no socialismo.

No século XX, presenciamos o abalo dos paradigmas mecanicistas de Newton, Bacon e Descartes pela teoria da relatividade de Einstein e pela psicanálise de Freud e Young.

A educação, que na revolução industrial transformara-se em aspiração e direito de todos, banaliza-se no século XX como os eletrodomésticos, produtos dietéticos e outras bugigangas oferecidas através da televisão como simples mercadoria para aqueles que têm poder aquisitivo para comprá-la.

A privatização da educação é o coroamento apoteótico e melancólico da Paidéia pós-Socrática de Platão e de Aristóteles; mas por enquanto... pois é nas crises que são geradas e nascem as novas sociedades, e disto os educadores sabem muito bem.

(*) Elda Albertini é aluna do 2º período de Letras, campus Rebouças.

E-mails para a coluna pelo endereço:
elda.albertini@bol.com.br