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EDIÇÃO 16 1º de agosto de 2005
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ESCURIDÃO

Marco Pelliciota
Aluno do 4º período de Letras - Campus Méier
Analista de sistemas

Pudesse eu, vasculhando minha memória,
Trazer uma chama, um tênue raio de luz.
Meu único prazer seria alimentá-la;
Seu leve brilho seria minha direção.

Foi em vão que continuei a procurá-la;
Busco por ela desde que existo.
Em sua ausência eu vim a ser;
Completamente sem brilho ainda estou.

Esse pensamento começou a me tolher;
Continuou a me embaraçar, agonizar.
Por fim, perdi o singular fio de luz;
Aquele que nunca enxerguei. A esperança.

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pmarco777@yahoo.com.br