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EDIÇÃO 14 1º de março de 2005
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TEXTOS DE SCHILLER

 

Carlos Soares Bechtinger
Aluno do 6º período de Letras – Campus Rebouças
Professor de alemão e tradutor

Schiller (1789-1805)

Das weibliche Ideal
An Amanda
Überall weichet das Weib dem Manne, nur in dem
Höchsten
Weichet dem weiblichsten Weib immer der
männlichste Mann.
Was das Höchste mir sei? Des Sieges ruhige Klarheit,
Wie sie von deiner Stirn, holde Amanda, mir strahlt.

O ideal feminino
A Amanda
Em toda parte, a mulher se curva
Ao homem; só na suprema altura
É que a mais feminina mulher
Há de o homem mais varonil ceder
O que é então a altura suprema?
É triunfar a tranqüila clareza,
Tal qual a tua fronte, meiga Amanda,
Justo agora me está irradiando.

Ode von Schiller

Sicherlich ist euch bekannt, dass jedes Land seine eigene Nationalhymne hat.
Es ist ein Lied mit oft volkstümlicher Melodie, das vielfach als Ausdruck
des National- und Staatsbewusstseins empfunden wird. Nationalhymnen werden zu
ganz besonderen Anlässen gespielt, zum Beispiel bei Staatsempfängen, zu
besonderen kulturellen Veranstaltungen oder Sportveranstaltungen.

Zu zahlreichen europäischen Anlässen erklingt die Musik zur Ode "An die
Freude" aus dem vierten Satz der Neunten Symphonie von Beethoven. Die
Europahymne ist symbolisch für das Gefühl der Zusammengehörigkeit aller
Europäer zu verstehen.

Die Ode "An die Freude" verknüpft das Freudenthema "Freude, schöner
Götterfunken" mit dem Solidaritätsgedanken "Alle Menschen werden Brüder".
Die Europahymne ist ein Aufruf an die Menschen, sich im Zeichen der Freude
zu vereinen, Grenzen zu überwinden und sich gegenseitig zu unterstützen. In
Zeiten wachsender Fremdenfeindlichkeit ist die Europahymne aber auch ein
Aufruf nach Noten zu Versöhnung und Völkerverständigung.

Daten zur Europahymne

1786: Inspiriert von den Idealen der Aufklärung veröffentlicht Friedrich
Schiller die Ode "An die Freude".
1792: Beethoven findet Gefallen am Schiller-Gedicht.
1824: Die Neunte Symphonie mit ihrem bahnbrechenden Finale wird am 07. Mai in Wien uraufgeführt.
1986: Die Europäische Gemeinschaft führt am 21. April 1986 gemeinsame Symbole ein. Die blaue Fahne mit dem goldenen Sternenkranz und die Beethoven-Hymne setzen sich in kürzester Zeit als klassische

Ode de Schiller

Certamente de vocês é conhecido que cada país tem seu hino nacional.
É uma canção, com melodia popular, que é sentida muitas vezes como expressão da consciência nacional e do Estado. Os hinos nacionais são tocados por motivos bastante especiais; por exemplo, nas recepções de estados para cerimônias culturais ou esportivas.

Por inúmeros motivos europeus, faz-se ouvir a música sobre a "À alegria" no quarto segmento da nona sinfonia de Beethoven. O hino europeu é para ser entendido como algo simbólico pelo sentimento de correspondência ou afinidade de todos os europeus.

A ode "À alegria" associa-se ao tema "Alegria, bonita faísca dos Deuses ou bela claridade de luz dos Deuses", com o pensamento de solidariedade "Todos os homens se tornarão irmãos".

O hino da Europa é uma chamada aos homens, para se unirem ao símbolo, sinal da alegria, vencer barreiras e se apoiarem mutuamente. Em tempos de crescente inimizade pelo que vem do estrangeiro, o hino da Europa também é uma chamada para música de reconciliação e entendimento entre os povos.

Dados históricos sobre o hino da Europa

1786: Inspirado pelos ideais do Iluminismo, Friedrich Schiller publica a ode "À alegria".
1792: Beethoven admira o poema de Schiller.
1824: A nona sinfonia com seu final revolucionário é estreado no dia 7 de maio, em Viena.
1986: A união européia cria, no dia 21 de abril de 1986, um símbolo em comum com os outros países da Europa. A bandeira azul com a coroa de estrelas douradas e o hino de Beethoven impõem-se, em curtíssimo tempo, como um clássico sinal de reconhecimento da comunidade.

Erkennungsmerkmale der Europäschen Gemeinschaft durch.

O Freunde, nicht diese Töne!
Sondern laßt uns angenehmere
anstimmen, und freudenvollere

Freude, schöner Götterfunken,
Tochter aus Elysium,
Wir betreten feuer-trunken,
Himmlische, dein Heiligtum!

Deine Zauber binden wieder,
Was die Mode streng geteilt;
Alle Menschen werden Brüder,
Wo dein sanfter Flügel weilt.
Wem der große Wurf gelungen,
Eines Freundes Freund zu sein,
Wer ein holdes Weib errungen,
Mische seinen Jubel ein!

Ja, wer auch nur eine Seele
Sein nennt auf dem Erdenrund!
Und wer's nie gekonnt, der stehle
Weinend sich aus diesem Bund!

Freude trinken alle Wesen
An den Brüsten der Natur;
Alle Guten, alle Bösen
Folgen ihrer Rosenspur.

Küsse gab sie uns und Reben,
Einen Freund, geprüft im Tod;
Wollust ward dem Wurm gegeben,
Und der Cherub steht vor Gott.

Froh, wie seine Sonnen fliegen
Durch des Himmels prächt'gen Plan,
Laufet, Brüder, eure Bahn,
Freudig, wie ein Held zum Siegen.

Deine Zauber binden wieder,
Was die Mode streng geteilt;
Alle Menschen werden Brüder,
Wo dein sanfter Flügel weilt.

Seid umschlungen, Millionen!
Diesen Kuß der ganzen Welt!
Brüder! über'm Sternenzelt
Muß ein lieber Vater wohnen

Ihr stürzt nieder, Millionen?
Ahnest du den Schöpfer, Welt?
Such ihn über'm Sternenzelt!
Über Sternen muß er wohnen.

Oh, amigos, não estes tons!

Deixem-nos levantar nossas vozes
em uns sons mais agradáveis e mais alegres

A alegria, centelha da justiça divina, filha do Elísio, embriagada do impetuoso êxtase, Divindade, nós nos aproximamos de Vosso santuário!

A Vossa mágica reúne aqueles a quem o costume austero partiu. Todos os homens se transformarão em irmãos sob a Vossa delicada asa.

Ganhou a fortuna aquele que ganhou um amigo verdadeiro e que ganhou uma esposa nobre em nosso jubileu!

Sim, mesmo se ele chamar apenas uma alma, ele mesmo em todo o mundo. Mas aquele que falhou nisso deve ficar em lágrimas sozinho.

As criaturas de todo o mundo extraem a alegria do seio da natureza; Bons e maus seguem seu caminho repleto de rosas.

Deu-nos beijos e vinho e um amigo leal até a morte; deu força para a vida aos mais humildes, e seu Cherubim de pé perante a Deus.

Alegremente, como seus sóis apressem-se com a ordem gloriosa dos céus, se apressem, irmãos, em seus caminhos, exultando como um cavaleiro na vitória.
A alegria, centelha da justiça divina, filha do Elísio, embriagada do impetuoso êxtase, Divindade, nós nos aproximamos de Vosso santuário!

A Vossa mágica reúne aqueles a quem o costume austero partiu. Todos os homens se transformarão em irmãos sob a Vossa delicada asa.

Se abracem, milhões! Enviem este beijo para todo o mundo! Irmãos, certamente um Pai Amável reside acima do dossel das estrelas.

Milhões se deprimem diante Dele? Mundo, você percebe seu criador? Procure-o então além das estrelas! Deve residir além das estrelas.

E-mails para a coluna:
c-bechtinger@ig.com.br