Universidade Estácio de Sá Entre no Campus Virtual

EDIÇÃO 13 13 de dezembro de 2004
Editorial
Entrevistas
Crônicas
Ficção
Fórum de Debates
Pós-Graduação
Coluna de Música
Coluna de Cinema
Coluna de Teatro
Coluna de TV
Coluna de TV
Coluna de Inglês
Coluna de Alemão
Coluna de Português
Colina de Francês
Colina de Francês
Coluna de Italiano
Lançamentos
Resenhas
Sebos
Livrarias
Humor
Eventos
Publicações em Jornais e Revistas
Cartas do Leitor
Artigos de ex-alunos
Coluna Social
Horóscopo
Classificados
voltar página principal números anteriores
 


Gostaria de agradecer ao Rede de Letras, da Estácio de Sá, e ao mesmo tempo parabenizar o professor e advogado José Ronaldo Mendes Siqueira, pelo texto de sua autoria: "Ética Sozinha no Mundo", o qual foi debatido e discutido em nossa sala de aula dentro da disciplina Ética Profissional. Sou Vitor Carlos, estou no IV Período do curso de Serviço Social - Caratinga (MG). Acesso diariamente o Rede de Letras da Estácio e para mim, esse texto que citei acima, é um texto brilhante; colaborou e influenciou muito em nosso debate e discussão. Tive acesso a tal texto através da Internet, e na oportunidade compartilhei
com os colegas e a professora. Foi muito válido, e rica nossa discussão.

Obrigado e, mais uma vez, parabéns!
Saudações estudantis,
Vitor Carlos

Nome: Angela
E-mail: angela.andrade@globo.com

Que bom! A edição 12 do Rede de Letras está no ar! Parabéns à Estácio por esse conteúdo de tanta qualidade, que contrasta com tanta porcaria que vemos por aí. Vcs deveriam colocar um link na página de entrada da Estácio. Esse jornal deve ser motivo de muito orgulho para a Universidade. Cordialmente Ângela

Hallo Carlos,

ich finde die Seite sehr gelungen! Leider bin ich kein Kenner der
schweizerischen Literatur und kann daher zum Inhalt nicht viel sagen.
Machen Sie so weiter, es ist eine sehr schöne Seite geworden :-)
Herzliche Grüße aus Westfalen
Diana

--------------------------------------------- Tradução ---------------------------------------------

Olá Carlos,
eu acho a página muito bem feita! Infelizmente eu não sou conhecedora da literatura suíça e daí fica difícil avaliar o conteúdo, ficando sem muito o que dizer a respeito.
Mas continue assim. A página ficou muito bonita :-)
Amáveis cumprimentos da Vestfália
Diana

From: José Carlos <jcsilva_alei30@terra.com.br>
To: reginacoelim@hotmail.com
OI REGINA
TUDO BEM? ACHEI SIMPLESMENTE MARAVILHOSO O SEU COMENTÁRIO SOBRE A OBRA DE JANE AUSTEN

To: Ana Paula Smolka

Nossa, Paula!
Eu nem lembrava desse "ridículo" brado até ler sua crônica. Ri muito recordando que eu também gritava isso... Que história deliciosa e que texto delicioso! E que infortúnio o do seu pai...
Seu texto é digno de entrar para o livro As melhores crônicas sobre o Ramalhão, "projeto" acalentado por alguns torcedores que nunca levaram a idéia adiante.
Parabéns. E um grande abraço.
É Santo André, oba!
Luiz Henrique Gurgel

Hallo!
Super - Vielen Dank!!! Ich hoffe dann steigen auch die Besucherzahlen aus
Brasilien!
Mit freundlichen Grüßen
Jörg Schwab / www.e-stories.de

--------------------------------------------- Tradução ---------------------------------------------

Olá!
Super legal – Obrigado!!! Eu espero que assim então o número de visitantes do Brasil cresça!
Com amáveis cumprimentos
Jörg Schwab / www.e-stories.de

To: Ana Paula Smolka

Oi, Paula, acho que deve ser esse seu nome?
Meu nome é Luiz e acho que sou um daqueles torcedores que ficavam boquiabertos com as barbaridades que vc gritava. Moro em Campinas há 14 anos, mas continuo torcendo, e muito, para o Ramalhão. Ao ler o seu texto, também me vi transportado a um outro tempo, na minha adolescência, época em que também não perdia um jogo, e sempre saia rouco do estádio. Obrigado pelo texto e pelas recordações que ele me trouxe.
Um abraço.
Luiz Carlos Oliveira

Olá, Deivinson.

Parabéns pelo seu artigo. Está muito bem embasado, onde podemos ver a sua profunda pesquisa e conhecimento da bíblia através da identificação dos versículos, capítulos e livros contidos em cada trecho do filme comentado por você.

Sobre o comentário da mesa de pernas mais altas ter sido inventada por Jesus, realmente não há fundamentos na bíblia que comprovem tal fato. Acredito que a mensagem ali seria de que Jesus era um bom filho, um bom ser humano e, como não poderia deixar de ser, um bom profissional também. A mensagem, creio eu, é que o nosso senhor e salvador é perfeito em tudo que é e faz, até mesmo no trabalho como carpinteiro que escolheu como atividade do seu labor durante a sua vinda à Terra.

Esperarei ansiosa por futuros artigos de sua autoria. Certamente, serão de uma incomensurável qualidade e conteúdo.

Um grande abraço,
Regina Coeli Monteiro (5º período de Português e Inglês - Campus Méier)

Lieber Carlos,
Dein Aufsatz, betreffend des einjährigen Geburtstages Deiner Zeitung,ist sehr gut. Inhaltlich ist vieles gesagt, was man aus diesem Anlaß so sagen muß oder soll, glaube ich.
Ich werde in Ruhe am Wochenende die Zeitung
anschauen . Die Romantik ist ein wunderbare Thema ...sagt ein Romantiker
(ich).

Agnes
------------------------------------------------ tradução ---------------------------------------------
Caro Carlos,
A redação que diz respeito a um ano de aniversário do "seu" jornal é muito boa. Em relação ao conteúdo, muita coisa foi dita, que deve com certeza ser dita devido o motivo.
Eu irei observar o jornal no final de semana com toda a calma. O romantismo é um tema maravilhoso... Assim diz um romântico (eu).
Agnes

Olá,
Estou cursando Letras e gostaria muito de receber algo sobre a história das livrarias no Brasil para acrescentar à pesquisa que estou realizando sobre o assunto.

Atenciosamente.
Celma Vieira Caixeta Botta (gustavobotta@uol.com.br)

Lieber Carlos!
Das ist wirklich schön mein Carlos, daß eine Österreicherin, die Elfriede
Jelinek, den Nobel Preis bekommt. Nur für mich ist sie wenig fremd. Ich meine, sie ist für mich vielzuviel links eingestellt und agressiv. Ich weiß es nicht so genau, aber ich glaube, daß sie an der Wiener
Universität Theaterwissenschaften studierte.
Agnes
------------------------------------------------ tradução ---------------------------------------------
Caro amigo, Carlos!
Realmente é bom que uma austríaca, a Elfriede Jelinek tenha recebido o prêmio Nobel de Literatura. Agora, para mim, ela é um pouco estranha. Eu quero dizer, ela se colocou de uma forma muito esquerdista e é agressiva. Eu não sei exatamente, mas eu acho que ela estudou artes cênicas na Universidade de Viena.
Agnes.


Prezado Carlos,
Obrigada pelas palavras encorajadoras.
Ficamos contentes em saber que amigos no Rio de Janeiro se interessam por nosso trabalho em preservar e divulgar nossa língua e cultura aqui na Suíça. Com prazer, divulgaremos sua página, que por sinal, é muito boa!
Um grande abraço,
Arlete de Castro Baumann
Presidente
______________________________________________
ABEC - Associação Brasileira de Educação e Cultura
Postfach
8405 Winterthur
www.abec.ch info@abec.ch
+41 52 233 81 30

Zé Ronaldo,
pode estar certo que se teu conto fosse ruim, eu, no mesmo sentido, retornaria um e-mail criticando, pois como historiador e docente (minhas duas formações acadêmicas) utilizo o texto literato, como documento histórico, dado que usualmente o texto de determinado autor, consagrado ou não, é produzido em decorrência de uma Escola Literária específica, que tem por objetivo alardear os antagonismos do momento histórico em questão que impulsiona a Escola Literária. Quando escrevo isso, estou pensando na Escola NeoÁrcade ou Barroca, que tinha como protagonistas Tomás Antonio Gonzaga (Dirceu), Cláudio Manoel da Costa, o alcunhado Aleijadinho, nas Artes plásticas... Apesar de serem Tomás e Cláudio Manoel da Costa [Glauceste Saturno], aristocratas, somente preocupados em romperem com o Pacto Colonial em detrimento de uso fruto próprio... Uma desmistificação da Conjura mineira, que só aprendi na Faculdade, por meio de um texto do historiador Istiván Jackson, contido no 1º volume da História da Vida Privada no Brasil, que tem como encargo principal, igualmente, desmistificar a figura de Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), tanto como Mártir como aproveitador. Simplesmente um alferes do Exército, proveniente das classes oprimidas, que queria se inteirar da Filosofia e Cultura Iluminista setecentista. Cultura no sentido de posicionamento histórico de uma sociedade frente à outra ou de um grupo social restrito frente a um status quo pré-estabelecido, que, por sua vez, igualmente o mesmo status quo, provém de outra Cultura pré-estabelecida.

Tudo isso, Zé, somente para lhe dizer e congregar com você, o quanto é complicado Literatura, Leitura e conhecimento nesse nosso país, cheio de Ibirapitangueses.

Incontestavelmente, somos um país com uma população de pessoas que lêem cada vez menos, excluindo quando por obrigação (Ensino Fundamental-Médio, Vestibular)...

Tomando a questão pelo aspecto da obrigatoriedade, ainda há aqueles afamados livrinhos com os resumos das obras vestibulares, que muitas vezes alijam a pessoa, por opção obviamente, a ter contato com as obras selecionadas em questão. Que comumente são: José de Alencar, Machado de Assis, Guimarães Rosa, Clarice Lispector (essa última me recordo de um vestibular Estadual do Paraná): enfim se fosse citar aqui, seria injusto, pois me esqueceria de algum hábil literato, que muito ensinou a os costumeiros leitores da produção literária denominada como "Clássica".

Apesar de ter lido José de Alencar e ter como resultado, aprendido muito do nosso vocabulário luso mais tradicional, concordo com o crítico do jornal o Estado de São Paulo, em sua coluna dominical, Daniel Piza, quando argumenta que não é tornando compulsória a leitura de um José de Alencar ou de um Machado de Assis (na minha opinião, o primeiro literato a escrever, com Capitu, a pioneira obra feminista) gera gosto pela leitura. Concordo nesse ponto; não obstante, como os formadores de opinião, com pouquíssimas exceções, como foi a do apresentador Roni Von, no programa diário Todo Seu, na TV Gazeta, que incentivava a leitura de livros, independente do gênero, tomando como exemplo, a sua própria experiência, de leitor veterano, a maioria dos denominados "formadores de opinião", perpetuam a continuação do status quo, se revoltando somente contra a miséria ou a fome, como se fossem um produto de uma situação amorfa, sem reagentes...

Fiz toda essa explanação para elogiá-lo, por ser literato, e dizer que apesar de ser historiador e docente, estamos no mesmo barco, Camarada, pois lidamos com um conhecimento e uma Cultura, nos termos aos quais me referi, que, para alguns mais desavisados, seríamos catalogados como supérfluos, pois a concretude da miséria, degradação humana, é tão intensa, que leitura, conhecimento e cultura, parecem ser algo para um ínfimo número de indivíduos.

Não tenho dúvida que essa dicotomia entre absorção de conhecimento e classe social foi implementado pela classe dominante, arrancando qualquer possibilidade daquele pertencente a uma classe sem subsídios mínimos para existir, o direito inalienável de obter conhecimento e conhecer as múltiplas realidades por meio de leituras e discussões no tecido social.

Inequivocadamente, o maior problema na superação do subdesenvolvimento brasileiro é o desenvolvimento de uma política social, centrada para que a população tenha não somente os elementos básicos para existir na sua integridade física, mas também no desenvolvimento e na sua integridade do intelecto.

E os denominados "CEU's", da atual gestão petista paulista, ou mesmo as bolsas escolas, são paliativos extremamente débeis, que são tão raquíticos quanto o desenvolvimento que a população fomenta.

Observe que não estou propondo um conhecimento elitista, somente gerado nas Instituições de Ensino Superior, Fundamental e Médio e sim uma interlocução entre a produção de conhecimento gerado no tecido social e no assim denominado "intelectual".

O e-mail já está longo, eu sei, se quiseres, podemos continuar essa discussão, em um e-mail subseqüente...

Só esclarecendo, "Ibirapitanga" é como os indígenas chamavam o que veio a ser denominado pelos colonizadores lusos, como pau-brasil, assim sendo, somos todos Ibirapitangueses...

Abraços, do sempre amigo,
Bruno Ratti de Carvalho

From: Paulo Rocha <rochapr@hotmail.com>
To: reginacoelim@hotmail.com

É quem estou pensando? Guarde ou jogue fora.
Esse mundo é muito pequeno mesmo... Estava aqui procurando alguns artigos sobre propriedade intelectual para programas de computador, quando me deparei com o seguinte título: THE BOOK IS ON THE TABLE. Não sei bem o motivo, mas acabei clicando no link e encontrei uma serie de traduções feitas por alguém com o mesmo nome que o seu e que só pode ser você!?

A primeira tradução que li foi a com o título "TODO AQUELE JAZZ – Gatsby como uma personagem da sociedade dos anos 1920". Existe um trecho no texto que achei muito adequado para o momento, que é o seguinte: "... a vida não é algo que pode ser comprado, mas construído com relacionamentos duradouros e o amor de seres humanos extraordinários...". THINK ABOUT!

Daí em diante, saí do que de fato procurava e passei a procurar informações sobre o seu nome e encontrei uma poesia que você certamente conhece. Resolvi enviá-la em retribuição ao elogio que você fez ao meu nome.
Forte abraço,
Paulo Rocha

REGINA COELI

Ó Virgem branca, Estrela dos altares,
Ó Rosa pulcra dos Rosais polares!

Branca, do alvor das âmbulas sagradas
E das níveas camélias regeladas.

Das brancuras de seda sem desmaios
E da lua de linho em nimbo e raios.

Regina Coeli das sidéreas flores,
Hóstia da Extrema-Unção de tantas dores.

Ave de prata e azul, Ave dos astros...
Santelmo aceso, a cintilar nos mastros...

Gôndola etérea de onde o Sonho emerge...
Água Lustral que o meu Pecado asperge.

Bandolim do luar, Campo de giesta,
Igreja matinal gorjeando em festa.

Aroma, Cor e Som das Ladainhas
De Maio e Vinha verde dentre as vinhas,

Dá-me através de cânticos, de rezas,
O Bem, que almas acerbas torna ilesas.

O Vinho d'ouro, ideal, que purifica
das seivas juvenis a força rica.

Ah! faz surgir, que brote e que floresça
A Vinha douro e o vinho resplandeça.

Pela Graça imortal dos teus Reinados
Que a Vinha os frutos desabroche iriados.

Que frutos, flores essa Vinha brote
Do céu sob o estrelado chamalote.

Que a luxúria poreje de áureos cachos
E eu um vinho de sol beba aos riachos.

Virgem, Regina, Eucaristia, Coeli,
Vinho é o clarão que teu Amor impele.

Que desabrocha ensangüentadas rosas
Dentro das naturezas luminosas.

Ó Regina do Mar! Coeli! Regina!
Ó Lâmpada das naves do Infinito!
Todo o Mistério azul desta Surdina
Vem d'estranhos Missais de um novo Rito!...

Site 10!!!!

Olá!

Encontrei esse site sem querer hoje, quando eu procurava um site com alguma poesia traduzida em alemão para o português ou português - alemão. Muito bom as informações que contem nele!!!!

Moro na Alemanha á 7 meses, estudo o idioma em uma escola em Berlin. Tenho muitos amigos alemães o que tem me ajudado muito com o idioma, que para mim tem me dado muita dores de cabeça para entender. Eu queria saber se vocês conhecem algum site que tenha mais poesias ou poemas traduzidos, com o idioma alemão. Na realidade eu queria mandar um poema para uma amiga alemã, o pai dela faleceu, queria mandr uma mensagem sabe? Se você puderem me dar uma dica eu agradeceria muito.

Alessandra Raake

Gilda,

Puxa! Nunca mandei um e-mail para um site e recebi uma resposta assim, tão rápido! Mais um motivo para eu aparecer mais no site. Vou indicar o site para os meus amigos que gostam de uma boa literatura. Valeu mesmo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sandrinha

P.S.: O trabalho de vocês é ótimo!

A leve: o próximo nome da terra

Francisco,

Antes desta peça, eu era fã incondicional de teatro.

Já assisti peças desde A Bela e Fera até peças que não são sequer conhecidas ou faladas, com atores anônimos.

Para mim o teatro sempre foi emoção, reflexão e diversão.

Não senti nada ao assistir a peça em epígrafe, além de raiva de estar perdendo meu tempo com tanta bobagem junta.

A única reflexão que me inspirou foi, como alguém pode pagar para produzir tamanha boboseira.

A minha única diversão não foi ao assistir a peça, mas é agora em falar mal dela. Pobre, né? Também acho, mas me sinto no dever de proteger os amigos, para não gastarem seu dinheiro à toa. Obrigada, Silvana.

Literalmente é muita "cuca no lance" como já dizia o ditado popular. É preciso entrar em muita "piração" e entender a narrativa da peça, que diz ser inspirada em idéias de Nietzsche. O todo do espetáculo salva-se pelo elenco, que é extremamente competente. Destaque para a talentosa e bela Letícia Spiller, com grandes recursos corporais e vocais. De resto não contribui em nada no quesito dramaturgia.

Hallo Carlos,

Ich würde mich echt freuen, wenn Deine Ex-Professorin uns bekannt machen würde. Die portugisischen Beiträge sind jetzt auch auf e-Stories.de lesbar. Ich hoffe, dass Sie dadurch noch mehr Leser finden.

Mit freundlichen Grüßen
Jörg Schwab / www.e-stories.de


---------------------------------------------------------
Olá Carlos,

Eu me alegraria, sinceramente, se sua ex-professora tornasse nossa homepage conhecida aí. As contribuições (poemas) em português já são legíveis agora em e-stories.de
Espero que com isso a nossa homepage encontre mais leitores.
Com meus amáveis cumprimentos,
Jörg Schwab / www.e-stories.de


As cartas para o Rede devem ser diretamente remetidas para cada coluna. Procure o endereço, ao final do texto lido.