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A divisão a seguir serve apenas como guia quanto ao potencial de ser contaminado e ser contaminante de cada instrumento. Dessa forma, independentemente da classificação descrita abaixo, os princípios básicos a serem seguidos, desde que as características do instrumento permitam, devem ser:

1. Nunca desinfetar o que pode ser esterilizado;

2. Sempre dar preferência aos métodos físicos de esterilização (autoclave).

MATERIAIS CRÍTICOS

Definição:
São aqueles que entram em contato direto com os tecidos, cortando-os ou perfurando-os, e/ou com secreções, que são consideradas como contaminantes em potencial.

Exemplos:
Sondas exploradoras e periodontais, escavadores (colheres de dentina), brocas, sugadores de metal e/ou descartáveis, cabo de bisturi, grampos para isolamento e curetas periodontais.

MATERIAIS SEMICRÍTICOS

Definição:
São aqueles que entram em contato direto com os tecidos sem, entretanto, cortá-los ou perfurá-los.

Exemplos:
Espelho clínico, esculpidores de Hollenback, calcadores, brunidores, guias-de-cego, aplicadores de hidróxido de cálcio, discos e pontas para acabamento e polimento, arco de Young, pinça porta-grampo, porta-amálgama, porta-matriz, espátulas para inserção de cimentos e compósitos.

MATERIAIS NÃO CRÍTICOS

Definição:
São aqueles que não entram em contato direto com os tecidos.

Exemplos:
Superfícies do equipo, seringas tipo Centrix para inserção de materiais.

Atenção:
Um material não crítico deve ser tratado para efeitos de biossegurança como material semicrítico quando manipulado pelo operador.

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